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As pessoas têm preconceito contra quem não saber comentar bem? Como ter legal presença executiva? Tudo bem com vocês? Um dos mitos que a toda a hora faço questão de desmentir aqui pela The Speaker é o que defende que a boa intercomunicação (ou a boa oratória) é um dom, é algo que se nasce sabendo (ou não). Ao contrário do que diz este mito, pra ser um comunicador de sucesso, é necessário percorrer todo um caminho. E essa trajetória procura estudos das técnicas de oratória, organização de raciocínio, domínio da própria voz e das expressões corporais, entre algumas habilidades. Existem alguns hábitos - bastante comuns - que conseguem nos atrapalhar, prejudicando nossas habilidades de comunicação e, por consequência, dificultando a rota para sermos bons comunicadores. Ver esses hábitos é a melhor maneira de evitá-los e, pensando nisto, fiz uma relação com alguns deles no nosso texto de hoje. Com toda a competitividade que o mundo moderno nos brinda, algumas vezes, pode parecer um tanto démodé pronunciar-se sobre isso humildade.


No final das contas, cada vez somos mais cobrados pra mostrar que sabemos sobre isso ou aquilo e que temos, em nossos currículos, uma ampla gama de habilidades. Mas, Speakers, a humildade - no significado de reconhecermos que a todo o momento há alguma coisa pra aprender - é uma das bases de uma bacana comunicação.


Aqueles que pensam que prontamente sabem tudo têm muita contrariedade de ouvir as novas pessoas e, para que exista, verdadeiramente, uma boa comunicação, é fundamental escutar os demasiado. Ao sonhar que de imediato sabemos tudo, perdemos a oportunidade de compreender ou perceber habilidades outras e, com isso, acabamos presos a conhecimentos e práticas retrógrados. Por tudo isto, um dos hábitos que prejudica (e muito!) o nosso caminho para sermos bons comunicadores é, propriamente, ponderar que neste instante sabemos tudo. E, convenhamos: discutir com pessoas que a todo o momento sabem tudo (ou pensam que sabem) não é nada agradável, não é mesmo?


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O comunicador Julian Treasure costuma falar sobre isso os “monólogos brilhantes” que, segundo ele, são muito menos interessantes do que boas conversas, onde há, concretamente, intercomunicação e troca entre as pessoas. Este hábito está bastante relacionado ao anterior, não é verdade? Porém existem diferenças sutis entre eles. De todas as maneiras, raciocinar que estamos sempre certos é altamente prejudicial pra nossa intercomunicação.


O desejo de estar a todo o momento direito podes acabar nos cegando, o que dificulta bastante nossas discussões e discussões com outras pessoas. Esse costume é perigoso em diversos âmbitos da comunicação e atrapalha as discussões do cotidiano, as reuniões com chefes ou equipes de trabalho, os encontros com consumidores e as apresentações em público. Por que isto ocorre?


Como o próprio Julian Treasure diz, o desejo de estar direito gera a tendência de fazer com que o outro erre. Ou seja, para que eu esteja certo, você, que pensa contrário de mim, necessita estar equivocado. No trabalho, este costume é um risco grande à carreira, visto que os melhores projetos nascem de discussões em conjunto, onde cada um faz concessões para responder e agregar inúmeras ideias. No encontro com clientes, meditar que estamos a toda a hora certos bem como não é nada bom. Lembrem-se, Speakers: proteger nossos pontos de visibilidade (essencialmente se estamos embasados em dicas concretas) não é nada mau, pelo inverso. Mas, o vício de meditar que estamos a todo o momento certos podes ser altamente vicioso e prejudicar a nossa comunicação com algumas pessoas. Poderá parecer irracional apresentar sobre a relevância de nos informarmos em um mundo onde somos bombardeados com dicas todo o tempo.


Ainda desta forma, o hábito de não se avisar ou se avisar superficialmente é muito comum e prejudica bastante nosso caminho para sermos bons comunicadores. É preciso mostrar, essencialmente, o hábito de nos informarmos de modo raso. Hoje, quem sabe mais do que nunca, há um mito de que é preciso saber de tudo um tanto, não importando a particularidade deste conhecimento.


Estar por dentro das atualidades é, sim, indispensável. É, aliás, a maneira mais capaz pra conseguirmos manter discussões essenciais em nosso dia a dia. No entanto, é preciso ter cautela com os detalhes que recebemos, montando um filtro para destacar as que nos servem e as que não. Para aqueles que realizam apresentações em público, o domínio de um assunto específico é muito essencial, visto que, durante essa exibição, é fundamental domar o assunto que será abordado. Pode parecer que não, todavia este hábito (o de não se informar) está intimamente relativo aos 2 hábitos anteriores: se eu imagino que tenho sempre explicação e que neste instante imagino tudo, consequentemente deixarei de me comunicar.


Também, esse Dorama irá te divertir e ocupar, com o reaparecimento de um carinho que até por isso parecia ter acabado. Obs: A principal não é interesseira, a sinopse a acompanhar, podes dar essa impressão. Na verdade Ae-Ra é trabalhadora e tudo que quer é reconhecimento pelo o que perdeu com desenvolvimento do projeto do (ex) marido.

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